{"id":1305,"date":"2017-04-17T14:06:45","date_gmt":"2017-04-17T17:06:45","guid":{"rendered":"https:\/\/tuttoilmondo.com.br\/sandbox\/artemis?p=1305"},"modified":"2017-04-17T16:12:17","modified_gmt":"2017-04-17T19:12:17","slug":"universo-underground-estreia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tuttoilmondo.com.br\/sandbox\/artemis\/universo-underground-estreia\/","title":{"rendered":"O underground curitibano e suas panelas"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Por:\u00a0<\/strong>Willian Jhonnes<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Salve galera! Essa \u00e9 nossa nova coluna, a\u00a0<strong>Universo Underground<\/strong>, e nela falaremos sobre a cena underground local, nacional e mundial. Nosso objetivo \u00e9 discutir as quest\u00f5es que envolvem o universo underground &#8211; bandas, shows, bares, movimentos, etc. &#8211; e estaremos por aqui quinzenalmente. E, para nossa estreia, falaremos sobre a cena curitibana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 anos &#8211; pelo menos 20, pelas minhas contas &#8211; se discute a cena underground em Curitiba. Independente do estilo musical (metal, punk, hardcore), uma constata\u00e7\u00e3o \u00e9 un\u00e2nime: a cena \u00e9 uma grande cozinha, cheia de panelas. Aqui, ao que parece, se voc\u00ea n\u00e3o for amigo de algu\u00e9m, se voc\u00ea n\u00e3o puxar o saco de fulano ou ciclano ou, principalmente, se os donos de alguns bares n\u00e3o forem com a sua cara, voc\u00ea n\u00e3o tem espa\u00e7o.\u00a0Independente do fato de voc\u00ea ser um m\u00fasico, produtor ou jornalista competente, se voc\u00ea n\u00e3o fizer parte de uma das <em>panelinhas<\/em>, n\u00e3o vai conseguir nada. J\u00e1 experimentei essa sensa\u00e7\u00e3o, tanto como m\u00fasico como produtor, ao perceber que n\u00e3o podia tocar ou produzir shows em bares\u00a0<em>rivais<\/em> (e isso h\u00e1 quase 20 anos atr\u00e1s), pois os donos n\u00e3o admitiam que uma banda que se apresentasse em um fosse se apresentar em outro. Bandas que tocavam no bar A, por exemplo, eram proibidas pelo propriet\u00e1rio desse bar de tocarem no bar B ou C se ele n\u00e3o fosse\u00a0<em>amiguinho<\/em> dos outros donos\u00a0&#8211; e n\u00e3o eram bares pequenos. Casas como o\u00a0<strong>\u00d3pera 1<\/strong> e\u00a0<strong>Arcadas do Rock<\/strong>, l\u00e1 pelos idos de 1993 a 1995, n\u00e3o conseguiram sobreviver a\u00a0essa pol\u00edtica, j\u00e1 que as principais bandas da cidade n\u00e3o podiam se apresentar l\u00e1, e isso enfraqueceu as casas a ponto de que elas n\u00e3o tivessem bandas nem p\u00fablico, culminando com sua extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Os Bares<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, a coisa n\u00e3o parece estar muito diferente. Mas, para piorar, as grandes casas n\u00e3o apoiam o pessoal do movimento underground. Os bares com maior p\u00fablico em Curitiba est\u00e3o limitados &#8211; e nos limitando &#8211; a apresenta\u00e7\u00f5es de bandas tributo (que, na minha opini\u00e3o, \u00e9 uma denomina\u00e7\u00e3o pedante para uma banda <em>cover<\/em>), deixando pouco espa\u00e7o para o pessoal que faz m\u00fasica autoral. Para isso, os palcos do\u00a0<strong>92 Graus<\/strong>,\u00a0<strong>Lino&#8217;s Bar<\/strong> e\u00a0<strong>Lado B<\/strong> acabam se tornando as \u00fanicas op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea imaginar que Curitiba, proporcionalmente, \u00e9 a campe\u00e3 brasileira em n\u00famero de m\u00fasicos, a oferta de palcos deve ser igualmente generosa. E \u00e9. Temos casas com mais de 20 ou 30 anos, e novas surgem todo ano, o que deveria facilitar o acesso das bandas ao p\u00fablico, mas n\u00e3o \u00e9 isso que acontece. Diariamente, novas bandas surgem e, infelizmente, in\u00fameras acabam por conta da falta de incentivo dos bares. Bandas boas, com boas propostas, mas que n\u00e3o conseguem sobreviver fazendo m\u00fasica autoral. \u00c9 algo inimagin\u00e1vel, mas isso nos leva a outro problema.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Os Produtores<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como acontece com as bandas, novos produtores de eventos surgem todos os dias. Aqui ou ali surgem novas produtoras, dispostas a organizar shows em um bar ou outro, e essa deveria ser uma boa not\u00edcia, mas n\u00e3o \u00e9. Essas produtoras, em sua maioria, s\u00e3o ligadas, direta ou indiretamente, aos donos dos bares. Outro fato importante \u00e9 que as pessoas envolvidas geralmente s\u00e3o m\u00fasicos, com suas bandas e amigos (e as bandas dos amigos), e isso faz com que apenas essas bandas sejam convidadas para os eventos organizados. Algu\u00e9m a\u00ed vai perguntar &#8220;mas o que h\u00e1 de errado nisso?&#8221; e eu respondo: ser\u00e3o sempre as mesmas bandas, nos mesmos palcos, para um mesmo p\u00fablico, o qual acaba se esvaziando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para as novas bandas que surgem no circuito underground curitibano s\u00f3 restam 2 op\u00e7\u00f5es: ou se &#8220;aliam&#8221; a esses produtores, se integrando ao seu grupo &#8220;seleto&#8221; de amizades, ou morrem de inani\u00e7\u00e3o, pois n\u00e3o ser\u00e3o convidadas para eventos nem ter\u00e3o espa\u00e7o nos grandes bares da cidade. Essa, no meu ponto de vista, \u00e9 a pior situa\u00e7\u00e3o para uma banda, pois obriga os m\u00fasicos a contrariarem seus princ\u00edpios, seja pela quest\u00e3o das alian\u00e7as ou o fato de que a banda se obrigar\u00e1 a tocar <em>covers<\/em> para sobreviver. Se voc\u00ea pensar em uma capital, onde esse tipo de situa\u00e7\u00e3o seria desnecess\u00e1rio, engana-se. Mesmo tendo p\u00fablico para consumir toda a m\u00fasica autoral produzida por aqui, os produtores insistem em organizar os eventos apenas entre suas <em>panelinhas<\/em>, e isso inclui os produtores que t\u00eam espa\u00e7o em r\u00e1dios ou na internet. E, claro, \u00e9 rid\u00edculo ver as guerrinhas de ego entre eles, com infinitas alfinetadas pelas redes sociais, polarizando sua briguinha infantil, dividindo ainda mais a cena.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">As Bandas<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos tra\u00e7os mais marcantes dessa divis\u00e3o que temos na cena underground curitibana s\u00e3o as bandas. Assim como os produtores e os bares, as bandas tamb\u00e9m se cercam, apenas, daqueles que s\u00e3o seus amigos. A coisa mais comum nos shows de bandas underground s\u00e3o m\u00fasicos de bandas &#8220;concorrentes&#8221; assistindo ao show de uma banda apenas para crtic\u00e1-la, como um bom aluno da 5\u00aa s\u00e9rie. \u00c9 f\u00e1cil identific\u00e1-los, j\u00e1 que\u00a0estes m\u00fasicos s\u00e3o\u00a0vistos, geralmente, de bra\u00e7os cruzados e alguns, como prova m\u00e1xima desse\u00a0<em>panelismo<\/em>, de costas para o palco. Esta atitude adolescente por parte dos m\u00fasicos prova que o ego deles \u00e9 extremamente inflado e realmente muito fr\u00e1gil. Ao ir ao show de uma banda &#8220;rival&#8221;, o m\u00fasico curitibano mostra toda a sua maturidade ao desrespeitar o <em>coleguinha<\/em> em cima do palco, tentando desmerecer todo o trabalho que ele tenha feito e todo o caminho que ele percorreu at\u00e9 ali. Seja porque as bandas sejam de estilos diferentes (sim, eles s\u00e3o infantis ao ponto de desmerecer uma banda que n\u00e3o toca o mesmo estilo que eles) ou por pura antipatia gratuita, eles agem como se quisessem anular o trabalho dos outros, acreditando que, com isso, o seu se sobressair\u00e1.\u00a0O mais espantoso de tudo isso \u00e9 que temos bandas com mais de 20 anos de atividade agindo exatamente desta forma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra caracter\u00edstica do m\u00fasico curitibano\u00a0<em>panelista<\/em> \u00e9 a sua arrog\u00e2ncia. Ele acredita que, pelo fato de ter uma banda que nunca saiu da cidade (n\u00e3o falo de ter tocado em outras cidades, mas que seu nome n\u00e3o \u00e9 sequer lembrado fora daqui), ele \u00e9 a estrela mais brilhante da grande constela\u00e7\u00e3o mundial. Ele, no alto da sua\u00a0<em>estrelisse<\/em>, nega o acesso de\u00a0jornalistas, se recusa a conceder uma simples entrevista, ignora tentativas de contato e, claro, reclama da falta de apoio por parte da imprensa. Para a grande estrela curitibana, os ve\u00edculos que interessam s\u00e3o apenas os que tenham certo renome, seja local ou nacional, caso contr\u00e1rio, outros ve\u00edculos\u00a0n\u00e3o s\u00e3o dignos da sua benevol\u00eancia. \u00c9 comum ver um desses m\u00fasicos reclamar que n\u00e3o tem espa\u00e7o para divulgar sua banda, seus shows, seus lan\u00e7amentos, mas, quando solicitados, nem mesmo se d\u00e3o ao trabalho de responder. Uma atitude rid\u00edcula, claro, mas nada se compara ao pior de todos os fatores dessa cena.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">O P\u00fablico<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada como um p\u00fablico engajado para fazer a cena underground forte e movimentada, certo? Pena que isso n\u00e3o exista aqui. Nos shows underground curitibanos, apesar da grande variedade e compet\u00eancia dos m\u00fasicos e bandas, \u00e9 praticamente imposs\u00edvel fazer com que mais de 30 pessoas compare\u00e7am. Em um exemplo muito pr\u00f3ximo, no show das bandas\u00a0<strong>Death Chaos<\/strong>,\u00a0<strong>Divide<\/strong> e\u00a0<strong>Woslom<\/strong> no\u00a0<strong>92 Graus <\/strong>(leia mais sobre esse show <a href=\"https:\/\/tuttoilmondo.com.br\/sandbox\/artemisresenhas\/2017\/04\/death-chaos-divide-woslom-saiba-como-foi\/\"><strong>aqui<\/strong><\/a>), o p\u00fablico n\u00e3o chegou a 50 pessoas. Eram tr\u00eas excelentes bandas &#8211;\u00a0uma curitibana, uma alem\u00e3 e outra paulista -, o ingresso custava R$ 10,00 e, mesmo assim, naquela noite, um bar famoso por apresentar as tais bandas &#8220;tributo&#8221; tinha fila na porta, mesmo com ingressos (e cervejas) mais caros e, claro, shows infinitamente inferiores. Curitiba, a cidade internacionalmente conhecida pelos &#8220;paga-pau&#8221; de gringos, tem, com certeza, um dos p\u00fablicos mais burros da Terra. Mesmo com bandas autorais excelentes no quintal de\u00a0casa, prefere ver bandas\u00a0<em>covers<\/em> tocando muito mal, em por\u00f5es lotados e sem ventila\u00e7\u00e3o, a apoiar quem realmente faz m\u00fasica por aqui. Mas se s\u00e3o &#8220;paga-paus&#8221; de gringos, isso \u00e9 normal, n\u00e9? Ent\u00e3o, se colocarmos uma banda paulista, carioca (t\u00e1, eles n\u00e3o s\u00e3o gringos, mas s\u00e3o de fora) ou, pior, uma banda alem\u00e3, sueca ou de qualquer outro pa\u00eds, voc\u00ea acha que o lugar lota? NEM A PAU! O curitibano n\u00e3o sabe prestigiar e apoiar a m\u00fasica autoral, nem mesmo quando ela vem de fora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa falta de apoio, como sempre, esvazia os eventos underground da cidade, pois as bandas envolvidas n\u00e3o se sentem motivadas a continuar a tocar para quem n\u00e3o os respeita (se n\u00e3o respeitam uma banda que viajou 19 horas de avi\u00e3o, mais 6 horas de van, fica dif\u00edcil acreditar que respeitem qualquer outra coisa). Muitas manifestam o desejo de deixar o circuito underground de Curitiba e tocar apenas em cidades do interior, pois l\u00e1 o p\u00fablico comparece aos shows, recebe as bandas de forma calorosa e, acima de tudo, demonstra respeito pelo trabalho delas. Acho que temos um problema s\u00e9rio a ser resolvido, mas a solu\u00e7\u00e3o parece estar t\u00e3o distante que nem sequer tentamos. A\u00ed vemos um outro tra\u00e7o do\u00a0<em>panelismo<\/em>: o p\u00fablico s\u00f3 vai (e quando vai) aos shows dos amigos, dos\u00a0<em>brothers<\/em>, dos &#8220;camaradas&#8221; mas, mesmo assim, ainda \u00e9 capaz de abandonar esses amigos por uma banda\u00a0<em>cover\u00a0<\/em>qualquer.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Pra terminar&#8230;<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa\u00a0<em>panelaria<\/em> toda &#8211; bares, produtores, bandas e p\u00fablico -, quem perde somos n\u00f3s. N\u00e3o temos acesso aos eventos, \u00e0s bandas, aos bares e, por consequ\u00eancia, deixamos de fazer nosso trabalho. Cobrimos shows para oito\u00a0pessoas, sendo que apenas duas haviam pago o ingresso. Tivemos nosso credenciamento negado em v\u00e1rios shows e tivemos que arcar com o custo dos ingressos para podermos fazer nosso trabalho. Tivemos tentativas de contato ignoradas por conta de produtores e m\u00fasicos locais, a medida que produtoras, assessorias e m\u00fasicos estrangeiros nos tratam com o maior respeito. Raramente temos nosso trabalho reconhecido, mesmo quando nos propomos a faz\u00ea-lo de maneira isenta e sem &#8220;recompensas&#8221;. N\u00e3o nos integramos a esses\u00a0<em>grupinhos<\/em>, como se fazia na escola e, por isso, temos nosso espa\u00e7o, nossa visibilidade e nosso reconhecimento realmente reduzidos, como se nosso trabalho n\u00e3o merecesse respeito simplesmente porque n\u00e3o puxamos o saco de ningu\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, claro, para que eu n\u00e3o pare\u00e7a um velho reclam\u00e3o, fico com a conclus\u00e3o que tirei em uma conversa com alguns m\u00fasicos curitibanos depois de um show: n\u00f3s reclamamos tanto das\u00a0<em>panelinhas\u00a0<\/em>que vamos formar a\u00a0<em>panelinha daqueles que reclamam das panelinhas<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 a pr\u00f3xima.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por:\u00a0Willian Jhonnes Salve galera! Essa \u00e9 nossa nova coluna, a\u00a0Universo Underground, e nela falaremos sobre a cena underground local, nacional e mundial. 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