{"id":1590,"date":"2017-05-19T13:41:57","date_gmt":"2017-05-19T16:41:57","guid":{"rendered":"https:\/\/tuttoilmondo.com.br\/sandbox\/artemis?p=1590"},"modified":"2017-05-22T12:33:20","modified_gmt":"2017-05-22T15:33:20","slug":"a-imprensa-underground","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tuttoilmondo.com.br\/sandbox\/artemis\/a-imprensa-underground\/","title":{"rendered":"A imprensa underground"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Por:\u00a0<\/strong>Willian Jhonnes<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do atraso, estou aqui de volta! Como falei no <strong><a href=\"https:\/\/tuttoilmondo.com.br\/sandbox\/artemissecoes\/colunas\/o-underground-e-o-amadorismo\/\">texto passado<\/a><\/strong>, h\u00e1 muita coisa ruim e amadora no meio underground e, talvez, a pior e mais amadora delas seja a imprensa. Falo isso pois fa\u00e7o parte dessa\u00a0imprensa underground, seja como redator, jornalista ou fot\u00f3grafo, h\u00e1 quase 20 anos. Em todo esse tempo, uma coisa nunca mudou: a falta de car\u00e1ter e compromisso dos &#8211; se \u00e9 que podem ser chamados desta forma &#8211; agentes de imprensa. Como agentes de imprensa, me refiro a todos os elementos que comp\u00f5em a atividade. Sejam redatores, rep\u00f3rteres, fot\u00f3grafos ou assessores, todos fazem parte dessa massa que, al\u00e9m de informa\u00e7\u00e3o, deveria levar um conte\u00fado de qualidade para quem consome a cena underground. Pois \u00e9. Deveria&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das coisas mais f\u00e1ceis de se obter hoje em dia \u00e9 um dom\u00ednio na internet. Quando, h\u00e1 anos atr\u00e1s, para se conseguir um dom\u00ednio registrado no Brasil era necess\u00e1rio um CNPJ e, portanto, apenas empresas podiam adquir\u00ed-los, a quantidade de sites especializados em m\u00fasica e, principalmente, sobre a cena underground, era muito reduzida. Isso fazia com que as poucas pessoas que se propunham a este trabalho realmente se dedicassem e fizessem um trabalho, se n\u00e3o impec\u00e1vel, muito pr\u00f3ximo disso. Era uma \u00e9poca interessante para se trabalhar, pois o trabalho era digno de respeito e todos se respeitavam. Imprensa e m\u00fasicos tratavam-se no mesmo n\u00edvel, sem a necessidade da <em>baba\u00e7\u00e3o de ovos<\/em> ou arrog\u00e2ncia dos dias de hoje. Mas, com a facilita\u00e7\u00e3o do acesso aos dom\u00ednios registrados atrav\u00e9s do CPF do proponente, hoje, qualquer um pode adquirir um dom\u00ednio. Todos os dias, brotam novos sites de not\u00edcias sobre m\u00fasica, em sua maioria blogs &#8211; alguns, inclusive, utilizando o dom\u00ednio da plataforma utilizada, dando um car\u00e1ter ainda mais amador para o trabalho -, que em nada contribuem para gerar uma informa\u00e7\u00e3o de qualidade.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Os espertalh\u00f5es<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se analisarmos mais profundamente, poderemos perceber que, invariavelmente, um elemento sempre existiu: o espertalh\u00e3o. Ele \u00e9 aquele cara que abre um site ou blog de not\u00edcias que apenas replica materiais de outras fontes, n\u00e3o gerando qualquer conte\u00fado pr\u00f3prio. Para o espertalh\u00e3o, \u00e9 mais f\u00e1cil simplesmente copiar material do que criar, pois a criatividade nele \u00e9 algo realmente limitado. Conhe\u00e7o in\u00fameros canais que fazem isso, copiando mat\u00e9rias e releases de outros locais apenas para alimentar o seu. Mas, enfim, qual a utilidade disso? Volume. Outra caracter\u00edstica do espertalh\u00e3o \u00e9 gerar volume a respeito de alguma coisa, seja uma banda que far\u00e1 um show em sua cidade ou uma pol\u00eamica envolvendo algum nome da m\u00fasica, para que seu nome apare\u00e7a e seja lembrado de alguma forma. Assim ele se torna uma pessoa conhecida na cena e, quando quiser ver um show de gra\u00e7a, fica mais f\u00e1cil, j\u00e1 que ele ter\u00e1\u00a0<em>credibilidade<\/em>, mesmo que ilus\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 aqueles espertalh\u00f5es que at\u00e9 geram conte\u00fados pr\u00f3prios, como resenhas de \u00e1lbuns e shows, mas que s\u00f3 o fazem para aumentar sua cole\u00e7\u00e3o pessoal de materiais. Sempre ou\u00e7o alguns assessores reclamando de canais que solicitam material para resenha, mas que n\u00e3o publicam nada a respeito daquilo que receberam. Os\u00a0<em>media packs<\/em> que s\u00e3o enviados cont\u00e9m de 10 a 20 \u00e1lbuns (sim, \u00e9 bastante coisa) e, sinceramente, leva umas 10 ou 15 semanas para resenhar tudo, se o redator tiver o m\u00ednimo de profissionalismo, mas o espertalh\u00e3o, em 3 ou 4 meses, n\u00e3o publica uma resenha sequer. H\u00e1 aqueles que ainda tentam vender os \u00e1lbuns recebidos, revelando seu maucaratismo. O pior \u00e9 ver que esses seres acabam nos limitando, pois as assessorias ficam reticentes em liberar material f\u00edsico para novos canais, mesmo com propostas s\u00e9rias, pois ningu\u00e9m gosta de ter uma s\u00e9rie de despesas com o envio do material para que a destina\u00e7\u00e3o dele seja outra que n\u00e3o a divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 mais um tipo de espertalh\u00e3o: o dubl\u00ea. Ele foca em um ou dois ve\u00edculos um pouco maiores do que o dele e fica acompanhando o que \u00e9 gerado. Quando algo \u00e9 publicado, ele vai l\u00e1, l\u00ea e, em seguida, transcreve como algo original. N\u00f3s j\u00e1 passamos por isso aqui, principalmente com resenhas e notas. Nos sentimos como\u00a0<em>fornecedores de pauta<\/em> para outros canais, n\u00e3o s\u00f3 pelo tema, mas pelo conte\u00fado tamb\u00e9m. Observei isso em alguns momentos bem espec\u00edficos: uma resenha de um \u00e1lbum de uma banda desconhecida, mas que \u00e9 muito bom; uma nota a respeito de algum assunto pol\u00eamico e que traz certa visibilidade; um texto falando algo que todos pensam, mas que ningu\u00e9m tem coragem pra falar. Em todos esses momentos, percebi que, al\u00e9m da pauta ser id\u00eantica, o argumento tamb\u00e9m era. Mas, pera\u00ed! Duas ou mais pessoas n\u00e3o podem pensar da mesma forma? Claro que podem! Mas o detalhe \u00e9 que elas NUNCA se expressar\u00e3o da mesma forma, com a\u00a0mesma\u00a0sem\u00e2ntica,\u00a0alterando apenas a sintaxe. Isso pode ser considerado pl\u00e1gio se for um trabalho acad\u00eamico, por exemplo, pois a argumenta\u00e7\u00e3o a respeito de um tema at\u00e9 pode ser semelhante, mas nunca id\u00eantica. E isso \u00e9 algo realmente irritante.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Os &#8220;assessores&#8221;<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das outras coisas irritantes na imprensa underground s\u00e3o os assessores. Como a fun\u00e7\u00e3o de jornalista\/assessor de imprensa n\u00e3o \u00e9 regulamentada (n\u00e3o existe um conselho federal nem conselhos estaduais), qualquer um pode ser o que quiser. Redator, editor, rep\u00f3rter, jornalista\u00a0ou\u00a0assessor de imprensa, basta saber escrever &#8211; e olha que alguns nem isso sabem &#8211; para se intitular algo. O problema \u00e9: pessoas sem o m\u00ednimo de profissionalismo, cobrando valores irris\u00f3rios pelos servi\u00e7os mal prestados, acabam por baixar muito o n\u00edvel da informa\u00e7\u00e3o que chega a quem a consome, tornando o nosso trabalho quase impratic\u00e1vel. A t\u00edtulo de exemplo, recebemos, diariamente, em torno de 20 a 30 e-mails de assessorias, principalmente do meio underground. Destes, filtrando muito, conseguimos publicar um, no m\u00e1ximo dois deles, por estarem mais estruturados e sem erros de grafia. O restante, quase que invariavelmente, s\u00e3o ignorados, j\u00e1 que fica imposs\u00edvel public\u00e1-los. S\u00e3o tantos erros crassos de grafia, erros de concord\u00e2ncia\u00a0e\u00a0reg\u00eancia ou, simplesmente, coisas t\u00e3o mal escritas que mais parecem as reda\u00e7\u00f5es de uma crian\u00e7a em fase de alfabetiza\u00e7\u00e3o, que acaba se tornando imposs\u00edvel aproveitar o material. Isso sem falar no volume de informa\u00e7\u00e3o in\u00fatil que \u00e9 disparado&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dia desses recebemos, do mesmo assessor que nos enviou um v\u00eddeo, de uma banda que conhecemos e acompanhamos pessoalmente, de p\u00e9ssima qualidade, como se fosse um grande release a ser publicado at\u00e9 no\u00a0<em>The New York Times<\/em>, um release informando que uma de suas bandas tinha sido entrevistada para outro ve\u00edculo de imprensa. Eu, como editor, nunca colocaria em pauta uma not\u00edcia a respeito de algu\u00e9m que foi entrevistado por outro ve\u00edculo. E isso n\u00e3o \u00e9 porque ser\u00edamos\u00a0<em>concorrentes<\/em>, mas porque isso n\u00e3o faz qualquer sentido. Essa informa\u00e7\u00e3o faz parte do processo de\u00a0<em>clipping<\/em> feito para o cliente, o qual serve apenas para mostrar para o pr\u00f3prio cliente qual foi a sua visibilidade e, no caso de\u00a0<em>booking<\/em>, mostrar a um poss\u00edvel contratante onde e quando o cliente foi not\u00edcia. Esse \u00e9 o m,esmo assessor que nos envia 15 a 20 e-mails por dia, sem nenhum material realmente aproveit\u00e1vel, j\u00e1 que eu n\u00e3o sou revisor contratado de ningu\u00e9m para corrigir a reda\u00e7\u00e3o dos releases e notas.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\">Pra finalizar<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse pessoal precisa se profissionalizar. Precisa entender que, apenas escrever, n\u00e3o os credencia para nada. Al\u00e9m de escrever, \u00e9 necess\u00e1rio faz\u00ea-lo bem. Al\u00e9m de escrever bem, \u00e9 necess\u00e1rio saber sobre o que, como e quando escrever. Eu, realmente, n\u00e3o tenho paci\u00eancia para essas coisas. Tenho muita paci\u00eancia pra ver show ruim, resenhar \u00e1lbuns duvidosos de bandas\u00a0chatas, mas n\u00e3o suporto ler nada mal escrito (isso realmente me d\u00e1 afli\u00e7\u00e3o), nem ver meu trabalho sendo copiado ou, pior, vilipendiado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o adianta eu fazer um trabalho s\u00e9rio se existem dezenas, centenas de picaretas se aproveitando da cena, do trabalho que fa\u00e7o, para jogar o nome de todos na lama. Isso \u00e9 uma coisa que realmente me cansa. Cansa tanto, que at\u00e9 cansei de escrever esse texto, s\u00f3 de lembrar dos\u00a0<em>falcatruas<\/em> que temos por a\u00ed.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por:\u00a0Willian Jhonnes Apesar do atraso, estou aqui de volta! Como falei no texto passado, h\u00e1 muita coisa ruim e amadora no meio underground e, talvez, a pior e mais amadora delas seja a imprensa. 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